A um bom tempo atrás, quando eu não sabia mexer em blogs como hoje, eu acabei criando um VibeFlog, digamos que é um blog com recursos que são mais simples de serem usados e dificilmente se precisa de HTML, já que o próprio blog oferece tudo, desde de template até musicas que tocam enquanto as pessoas leêm. Pelo menos na época que eu usava era assim. Eu entrei lá esses dias, e passando por todas as coisas que eu já escrevi, eu resolvi resgatar uma foto e que vem acompanhada de dois textos. Sendo ou não sugestivo, eu resolvi matar um pouco a saudade. Só ressaltando que a imagem foi feita no Paint, porque naquela época eu mal sabia usar programas de editar imagens(rs). Os tempos mudaram! Vamos lá!

O Meu pai me perguntou : - Você é gay? , e eu perguntei: - importa? , e ele disse : - Nao, não realmente... Eu disse pra ele : - Sim eu sou. E ele disse : - Fora da minha vida. Creio que ele se importava.
Meu chefe me perguntou: - Você é gay? , e eu perguntei: - Importa? , e ele disse : - Nao, não realmente... Eu disse pra ele: - Sim eu sou. E ele disse : - Esta despedido!!!. Creio que ele se importava.
Meu amigo me perguntou: - Você é gay? , e eu perguntei: - Importa? , e ele disse: - Nao, não realmente... Eu disse pra ele: - Sim eu sou. E ele disse: - Não me considere mais seu amigo!. Creio que ele se importava.
Meu companheiro me perguntou: - Voce me ama? , e eu perguntei: - Importa? , e ele disse: - Não, não realmente... Eu disse pra ele: - Sim eu te amo. E ele disse: - Deixa-me te abracar. Pela primeira vez na vida algo importava.
Deus me perguntou: - Voce se aceita? , e eu perguntei pra ele: - Importa? , e ele disse: - Sim... Eu disse pra ele: - Como posso me aceitar, se sou gay? E ele disse: - Por que foi assim que eu te fiz.. e desde entao somente isso importa.
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"Fico pensando em nós poetas, em nós artistas, em nós multidões de pessoas diferentes. Diferentes por dentro. Ou deficientes, porque não conseguimos nos ajustar às regras que regem o mundo, que ditam as leis e fazem das pessoas ajustados e tristes carneirinhos. Penso na legião de diferentes que somos, todos os que procuram ver o mundo, o amor, a vida pela ótica da própria sensibilidade. Diferente não é quem o pretende ser: este é um imitador do que ainda não foi imitado, nunca um ser diferente. Diferente é quem foi dotado de alguns mais e de alguns menos em hora, momento e lugar errados. Para os outros que riem de inveja de não serem assim. E de medo de não agüentar caso um dia venham a ser. O diferente é um ser sempre mais próximo da perfeição. O diferente nunca é um chato. Mas é sempre confundido com ele por pessoas menos sensíveis e avisadas. Supondo encontrar um chato onde está um diferente, talentos são rechaçados, vitórias são adiadas, esperanças são mortas. Um diferente medroso, este sim, acaba se transformando num chato. Chato é um diferente que não vingou. Os diferentes muito inteligentes entendem porque os outros não os entendem. Os diferentes raivosos acabam tendo razão sozinhos, contra o mundo inteiro. Diferente que se preze entende o porquê de quem o agride. O diferente paga sempre o preço de estar - mesmo sem o querer - alterando algo, ameaçando rebanhos, carneiros e pastores. O diferente agüenta no lombo a ira do irremediavelmente igual, a inveja do comum, o ódio do mediano. O verdadeiro diferente sabe que nunca tem razão, mas que sempre está certo. O diferente carrega desde cedo apelidos e marcações nos quais acaba se transformando. Só os diferentes mais fortes do que o mundo se transformaram (e se transformam) nos seus grandes modificadores. Diferente é o que vê mais longe do consenso. O que sente antes mesmo dos demais começarem a perceber. Diferente é o que se emociona enquanto todos em torno agridem e gargalham. Diferente é o que engorda mais um pouco, chora onde os outros xingam, estuda onde outros burram. Quer onde outros cansam. Espera de onde já não vem. Sonha entre realistas. Concretiza entre sonhadores. Fala de leite em reunião de bêbados. Cria onde o hábito rotinizara. Sofre onde outros ganham. Diferente é o que fica doente onde a alegria impera. Aceita empregos que ninguém supunha. Perde horas em coisas que só eles sabem a importância. Diz sempre na
hora de calar. Cala sempre nas horas erradas. Não desistiu de lutar pela harmonia. Fala de amor no meio da guerra. Deixa o adversário fazer o gol porque gosta mais de jogar do que de ganhar. Diferente é o que aprendeu a superar o riso, o deboche, o escárnio e a consciência dolorosa de que a média é má porque é igual. Os diferentes aí estão enfermos, machucados, engordados, magros demais, homossexuais bonitos demais, inteligentes em excesso, bons demais para aquele cargo, excepcionais de roupas erradas. Os diferentes aí estão, doendo e doendo, mas procurando ser, conseguindo ser, sendo muito mais. A alma dos diferentes é feita de uma luz além. A estrela dos diferentes tem moradas deslumbrantes que eles guardam para os poucos que foram capazes de os sentir e entender. Nestas moradas estão os maiores tesouros da ternura humana. De que só os diferentes são capazes. Não mexa com o amor de um diferente. A menos que seja suficientemente forte para suportá-lo depois. Ser diferente é normal"
O intuito desse post, é também mostrar a minha indignação por hoje famosos, usarem a homossexualidade como algo Opcional! Chega a ser deprimente! Por isso que eu digo, que quando eu fizer 25 anos eu vou virar mendigo e quem sabe aos meus 27 eu seja dançarino em alguma casa de show e pra finalizar eu escrevo um livro com todas as minhas experiências tanto de vida quanto sexuais e fico famoso! É isso!
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